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Política

Vereadores denunciam manobra do prefeito Amastha com MP do PreviPalmas

Publicado

em

Por Gabriela Melo

 A revogação da medida anterior não a extinguiria, pois caso a nova MP N° 07 seja negada, a antiga voltaria à pauta.

Para Geo, as atitudes da gestão têm sido questionáveis, tendo em vista a necessidade de tamanha urgência na aprovação de um documento e com diversos vícios que prejudicariam os servidores. “Temos um gestor que está ali para defender os interesses próprios e não o da sociedade que o elegeu”, afirmou.

Os colegas Emerson Coimbra (PMDB) e Rogério Freitas (PMDB) concordaram e aguardaram a discussão feita na reunião da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), na presença dos representantes sindicais, servidores municipais e o Secretário Municipal de Governo e Relações Institucionais, Adir Gentil, representando o prefeito Carlos Amastha (PSB).

Reunião da CCJ

A MP N° 04 foi revogada na noite de terça-feira e um novo projeto foi enviado à Câmara com o mesmo teor.

A MP N° 04 foi revogada na noite de terça-feira e um novo projeto foi enviado à Câmara com o mesmo teor.

Os servidores permaneceram manifestando, com gritos que pediam a saída do vereador Folha (PTN), do Secretário de Educação Danilo de Melo e ameaçando a paralisação do município caso as medidas fossem aprovadas. Os vereadores, por sua vez, ouviram cada representante dos sindicatos e o próprio secretário em debate. Os representantes pediram tempo para análise do projeto e acusaram pontos negativos que possivelmente prejudicariam o fundo previdenciário dos servidores e a estrutura do próprio Instituto.

O presidente do Sindicato dos Servidores Municipais de Palmas (Sisemp), Heguel Belmiro, afirmou que as medidas são questionáveis e apontou um dos itens. O documento, segundo o representante, prevê a criação de um comitê independente com cinco membros indicados pela prefeitura, desta forma, afetaria a paridade no Instituto.

O vereador professor Júnior Geo sugeriu que a MP não fosse aceita e o executivo enviasse suas propostas no formato de Projeto de Lei, como deveria ter sido feito para discutir e realmente atender os anseios da população sem a urgência exigida pela gestão, visto que não há mudanças emergenciais. “Quando se fala que uma medida provisória é ruim para a população, eu pergunto qual é a necessidade, urgência e emergência de sua aprovação?”, indagou.

A reunião terminou com vaias ao vereador Folha, líder de governo, por defender a posição do prefeito e lembrar aos servidores presentes que as decisões referentes à vida deles dependiam dos posicionamentos dos vereadores. Os gritos destacavam “outubro vem aí”. 

Ao desenvolvermos as seções de Agronegócio, Cidades, Opinião, Social, Cultura, Educação e Esporte, Meio Ambiente e Política procuramos atender a necessidade do público em ser informado sobre os acontecimentos locais, regionais ou próximos à comunidade.

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