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Opinião | Quem foi eleito, que governe

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“A grande esperança da sociedade tocantinense, sobretudo de quem gera empregos e renda, seria a efetivação de Carlesse no cargo de Chefe do Executivo, para retomar a governabilidade, a estabilidade, garantindo a segurança institucional e, inclusive, reconquistando a confiança de investidores externos (Sim, estas reviravoltas no governo do Tocantins assustaram e correram com muita gente com dinheiro para investir no Estado).”, Antônio Oliveira.


Por Antônio Oliveira

” Tá danado, meu cumpadi”: leio nos sites de notícias do Tocantins que o ex-governador do Estado, Marcelo Miranda, cassado sob acusação de uso de caixa dois na campanha eleitoral que o elegeu governador, foi indiciado por pagamento a fornecedores e prestadores entre o dia em que foi cassado e o dia da posse do presidente da Assembleia Legislativa, Mauro Carlesse. Entre os que receberam suas faturas estariam veículos de comunicação. Como a situação da maioria destes é de dificuldades, devido estar há quase cinco meses sem receber do Estado, supõe-se que Miranda pagou alguns apaniguados, deixando micros e pequenas empresas de comunicação a ver navios. Caráca!

Nestes mesmos sites, leio a notícia de que o Tribunal de Contas do Estado (TCE) proibiu o governador eleito e empossado nesta segunda-feira, 9, Mauro Carlesse, de adquirir empréstimos – já contratados junto a bancos oficiais para aplicar na infraestrutura do Estado -, e de fazer repasses, tipo convênios.

Ora, o Governador, quando na interinidade e em campanha, teve essas restrições da Justiça Eleitoral, travando a economia do Estado, cuja maioria das empresas – das micros a grandes – tem o Estado como principal cliente, representando até quase 100% de sua carteira.

A grande esperança da sociedade tocantinense, sobretudo de quem gera empregos e renda, seria a efetivação de Carlesse no cargo de Chefe do Executivo, para retomar a governabilidade, a estabilidade, garantindo a segurança institucional e, inclusive, reconquistando a confiança de investidores externos (Sim, estas reviravoltas no governo do Tocantins assustaram e correram com muita gente com dinheiro para investir no Estado).

Convenhamos, se não mudaram a Constituição Federal na calada da noite, que quem recebe o Diploma de Prefeito, Governador e Presidente da República, está apto a gerir, sob a luz da legalidade, o Município, o Estado e União, em harmonia com os dois outros poderes, não cabendo a estes, de imediato, fiscalizar a administração e punir o gestor, caso este tenha feito mal uso do dinheiro público, por equívocos administrativos ou por desonestidade. Nunca, preliminarmente, colocarem o gestor sob suspeita.

Os senhores conselheiros, no conforto de seus gabinetes e bons salários, não devem ter noção da situação do conjunto Estado-setores produtivos e as consequências de mais este engessamento. Querem quebrar mais ainda o Estado.

Bom senso e verdadeiro zelo da coisa pública seria os senhores da Corte de conta não dificultar mais a vida do Estado tocantinense. Se o novo Gestor errar, ele terá duas instituições com quem prestar contas: referida Côrte e as urnas em outubro. O povo não aceita mais ser enganado e 70% dele votou por estabilidade e retirada da máquina do estacionamento.

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