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Sindepol se manifesta sobre suspensão de delegados no Tocantins
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Sindepol se manifesta sobre suspensão de delegados no Tocantins

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O Sindicato dos Delegados de Polícia Civil do Tocantins (Sindepol/TO) manifestou sobre a punição imposta pela corregedoria da Polícia Civil aos Delegados Wanderson Chaves de Queiroz e Gregory Almeida Alves do Monte.

Da Redação

O Sindicato se manifestou por meio de nota sobre a suspensão dos delegados da Polícia Civil do Tocantins. A decisão saiu no Diário Oficial do Estado (DOE-TO) e consta que os delegados Wanderson Chaves e Gregory Almeida, ambos lotados em Palmas, teriam cometido atos de insubordinação.

Segundo a decisão publicada no Diário Oficial, um dos delegados foi suspenso por 20 dias e outro por 21 dias. Os dois terão ainda descontos nos salários, nos dias em que ficarem suspensos. Segundo o Sindicato a suspensão é injusta.

Confira a nota

O Sindicato dos Delegados de Polícia Civil do Tocantins (Sindepol/TO) vem por meio de nota manifestar preocupação em relação a punição imposta pela corregedoria da Polícia Civil aos Delegados Wanderson Chaves de Queiroz e Gregory Almeida Alves do Monte.

Os Delegados foram submetidos a procedimento instaurado com suspensão publicada no Diário Oficial do Estado da última segunda-feira (13), mas com data retroativa e segunda nota da Secretaria de Segurança Pública (SSP) o procedimento foi instaurado para apurar a conduta dos Delegados, que, segundo eles em dezembro de 2018, teriam formalizado ameaça de prisão ao delegado-geral da Polícia Civil, Rossílio de Souza Correia.

Sendo este enviado ao judiciário. Depois de analisar os fatos, o Ministério Público manifestou pelo arquivamento do feito por falta de justa causa, o que foi acatado pelo judiciário.

Ainda assim a Corregedoria proferiu decisão de punição aos Delegados Wanderson e Gregory. Tal decisão foi prolatada um dia após o judiciário deliberar pelo arquivamento do procedimento instaurado na Corregedoria da Polícia.

Desse modo, esta punição é injusta, uma vez que o judiciário não vislumbrou crimes nos fatos alegados e investigados em procedimento manejado pela própria Corregedoria. Razão pela qual não assiste ao ato da Corregedoria que puniu os Delegados, pois o Poder Judiciário decidiu acatar parecer do Ministério Público opinando pelo arquivamento do feito.

O Sindepol/TO continua acompanhando a situação e prestará auxílio, por meio de sua assessoria jurídica, aos Delegados sindicalizados Wanderson e Gregory.

Ibanez Ayres

Presidente em exercício

 

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