Sem receber 13º, professores de Peixe decretam estado de Greve - Atitude Tocantins
Sem receber 13º, professores de Peixe decretam estado de Greve
Cidades Educação Peixe

Sem receber 13º, professores de Peixe decretam estado de Greve

Os professores alegam descaso e falta de vontade da prefeitura de Peixe em resolver o problema da classe estende desde o mês de dezembro de 2014. Para chamar a atenção, a categoria decretou estado de greve para pressionar a prefeita Neila Pereira a resolver os problemas vividos pelos profissionais da educação, até então sem solução, apesar das cobranças dos Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Tocantins (Sintet).

“A categoria decidiu decretar estado de greve e vamos esperar uma resposta oficial da prefeita, mas, se ela não atender, a categoria vai decretar greve definitiva por tempo indeterminado”, defendeu a representante do Sintet no município, professora  Cristina Gonçalves.

Peixe greve 2Peixe greve 2Um grupo de professores afirmaram ao Portal Atitude que a situação piorou depois de um comunicado dado pela prefeitura, após uma solicitação do Sintet exigindo o pagamento do 13º até o dia 20 de janeiro. A resposta prefeitura foi considerada pelos educadores como “demagoga e irônica” pois,  teria justificado que não poderia atender a classe devido “ela ter pisos e mais pisos” para pagar, sem a “contrapartida” do Governo Federal. “Todos nós sabemos que nossa verba é Federal e a categoria não aceitou a justificativa da prefeitura por não acreditamos, pois temos os extratos dos repasses da Fundeb na conta da Prefeitura que é destinado a valorização e remuneração dos professores”, disse a representante do Sintet em Peixe.

Além do pagamento do 13º, o professores cobram a conclusão do PCCS que ainda não foi concluído pela Secretária de Educação de Município e o Projeto de Lei ainda não foi encaminhado para a Câmara de Vereadores. “Pedimos suporte por parte dos vereadores para que eles investiguem para onde estão indo os recursos e eles nos garantiram que vão nos ajudar. A categoria reivindica ainda o pagamento do 13º Salário e a aprovação do PCCS e o cumprimento dele na íntegra”, disse a representante do Sintet.

A reportagem do Portal Atitude tentou ouvir a Prefeitura, mas até o fechamento da matéria não conseguiu falar com nenhum assessor da Prefeitura.

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