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Prefeitura de Araguaína anuncia reabertura do comércio com restrições impostas a empresários
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Prefeitura de Araguaína anuncia reabertura do comércio com restrições impostas a empresários

A Prefeitura de Araguaína entrou em acordo com Associação Comércio e Industrial de Araguaína (Aciara) para reabertura do comércio. Para isso, os comerciantes deverão preencher um formulário e um termo de responsabilidade para cumprimento das medidas sanitárias para evitar propagação do novo coronavírus. A partir da próxima segunda-feira, 06, os seguimentos deverão adotar horários de atendimento presencial alternados. “Hoje, a transmissão está muito familiar e não há justificativa para que os comerciantes sejam os vilões desta situação”, Justificou o prefeito, Ronaldo Dimas.

Por Marcelo Martin

Diante do cenário da economia araguainense e com os novos casos tendo como fonte as relações entre familiares, dentro de casa, o prefeito de Araguaína, Ronaldo Dimas, emitirá novo decreto autorizando que parte do comércio local retorne com restrições para evitar a propagação da covid-19. O documento deve ser publicado no Diário Oficial do Município nesta sexta-feira, 5, com medidas que valerão a partir da segunda-feira, 8.

“É preciso colocar na conta que boa parte do comércio estava em funcionamento. Hoje, a transmissão está muito familiar e não há justificativa para que os comerciantes sejam os vilões desta situação”, afirmou o prefeito.

Araguaína registrou mais 110 confirmações para covid-19 nessa terça-feira, dia 02. O município teve 47 mulheres e 63 três homens. Com esses, o Município chega a 1.985 casos confirmados, sendo desses 817 casos ativos da doença, 1.149 recuperados e 19 óbitos.

Dimas ainda acrescenta que todos devem cumprir sua parte. “Mesmo os comerciantes já tem seus comércios abertos terão que preencher um formulário e um termo de responsabilidade de cumprir as restrições sob pena de interdição”.

Para evitar aglomeração, uma das mudanças que está sendo discutida junto com a Associação Comércio e Industrial de Araguaína (Aciara) é para que os seguimentos adotem horários de atendimento presencial alternados.

Ainda continua determinado que serão adotadas todas as medidas restritivas impostas, ou as que venham a ser, pelo Governo Federal e pelo Governo do Estado do Tocantins.

Responsabilidade compartilhada

A partir de quinta-feira, 4, o formulário pode ser acessado no site da Prefeitura ou diretamente pelo link http://araguaina.to.gov.br/flexibilizacao/. Lá, o comerciante deverá colocar dados da empresa, proprietários e informações do local, como quantidade de metros quadrados na área de vendas, máxima de pessoas por área de vendas e quantidade de funcionários.

As medidas exigidas são as mesmas adotadas anteriormente, quando era possível manter o estabelecimento aberto. Entre as principais estão disponibilizar álcool 70 graus INPM líquido ou em gel para funcionários e clientes, evitar superlotação do espaço físico interno, manter distanciamento, divulgar informações sobre a prevenção e permitir entrada somente de pessoas com máscara.

Abertura parcial

Com o fim do lockdown estadual, Araguaína já havia retornado ao Decreto Municipal 223/20 que autorizava o funcionamento do comércio para recebimento de vendas a crédito, vendas digitais ou por telefones para entrega ou retirada do produto. À época, a presidente da Aciara, Hélida Dantas, pediu o retorno das vendas presenciais, no modelo previsto do Decreto 222/20.

“É uma volta com muita segurança e muito compromisso. Nós estamos conscientizando os empresários, principalmente os mais novos, de que somos parceiros nessa flexibilização, que não é uma responsabilidade só do poder público”, declarou a presidente. Ela também contou que está preparando um material educacional para os colaboradores. “É um treinamento de como se comportar em casa e é preciso evitar as festinhas. É momento de trabalhar, nós precisamos”.

Menos recursos
O fechamento de alguns comércios e o funcionamento parcial de outros afetaram a economia como um todo, inclusive na arrecadação de recursos que são destinados para benfeitorias no Município.

“A pandemia desacelerou a economia. Até o final de maio, arrecadamos menos R$ 7 milhões em relação ao mesmo período do ano passado, considerando tributos como IPTU, ITBI, FPM, IPVA e taxas”, explicou o secretário municipal da Fazenda, Fabiano Souza.

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