Janeiro é o mês de conscientização do tratamento da hanseníase - Atitude Tocantins
Janeiro é o mês de conscientização do tratamento da hanseníase
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Janeiro é o mês de conscientização do tratamento da hanseníase

Janeiro é o mês de conscientização do tratamento da hanseníase
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Janeiro é o mês para reflexão, combate e conscientização para o tratamento de hanseníase, que é uma doença transmissível que acomete, principalmente, a pele e os nervos periféricos, que são os nervos motores (dão ordens aos diferentes músculos para se contrair) e sensitivos (transmitindo as sensações da zona do corpo).

Da Redação

Segundo especialistas, a hanseníase pode atingir rosto, olhos, orelhas, nariz, braços, mãos, pernas e pés. Demora de dois a sete anos, em geral, para o aparecimento dos primeiros sintomas. A doença pode causar deformidades físicas, mas isso pode ser evitado com diagnóstico precoce e tratamento imediato.

Em Gurupi as Unidades Básicas oferecem o tratamento gratuito. Segundo a coordenadora do Programa de Combate à Hanseníase, Ludiane Ramos, a pessoa que constatar alguma alteração na pele como manchas esbranquiçadas, acastanhadas ou avermelhadas, ou, dormência, pode procurar a UBS mais próxima, onde o médico fará a diagnóstico clínico e, caso, confirmada a doença, o paciente será acompanhado por um período de seis a 12 meses conforme a gravidade. Pode se ressaltar que há outros sintomas como nódulos (caroços), diminuição ou queda de pêlos em algumas áreas do corpo, especialmente, nas sobrancelhas; e diminuição ou ausência de suor em áreas específicas do corpo, dentre outros sinais.

A coordenadora explica que a hanseníase é classificada como multibacilar, que é a mais grave devido o diagnóstico e tratamento tardios e o paucibacilar, a doença de maneira mais leve e diagnóstico precoce. Em Gurupi, existem 109 pessoas em acompanhamento com a  hanseníase multibacilar e 15 com a paucibacilar.

A Policlínica é referência e pacientes que estão em tratamento que sofrem alguma reação são acompanhados na unidade. A Coordenadora ressalta que ainda existe preconceito em relação as pessoas que têm a doença e explica que a hanseníase é transmissível por meio do contato frequente ou prolongado com a pessoa infectada que não esteja em tratamento. A pessoa infectada transmite, caso não esteja em tratamento, através de tosse ou espirro.

O secretário municipal de Saúde, Gutierres Torquato, alerta sobre a importância das pessoas ao verificar alguma alteração na pele já agendar um atendimento nas UBS’s para que os caso não se agrave e possa ter um tratamento mais célere. Ele também comenta que é necessário que as pessoas deixem o preconceito de lado, pois o tratamento é muito eficaz e a pessoa pode ter uma vida normal.

Nesse mês para conscientizar as pessoas sobre o tratamento a coordenação está promovendo uma série de palestras nas UBS’s, além de blitzen educativas.

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