Irregularidades na construção do Campus da UnirG é destaque na imprensa estadual - Atitude Tocantins
Irregularidades na construção do Campus da UnirG é destaque na imprensa estadual
Gurupi (TO) Unirg

Irregularidades na construção do Campus da UnirG é destaque na imprensa estadual

Irregularidades na construção do Campus da UnirG é destaque na imprensa estadual
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Com uma CPI em andamento e adormecida na Câmara de Vereadores a inacabada e irregular construção do Campus do Centro Universitário Unirg no valor de R$ 8 milhões, iniciado em 2005, foi destacado na imprensa estadual.

Na matéria publicada no JTO aponta que já se passou seis anos e as 96 salas de aulas, laboratórios, área de convivência, auditórios, bibliotecas e centro administrativo, previsto no projeto original do novo Campus, orçado em R$ 8.354.951,53, não foram concluídos e 40% da obra encontra-se em situação de abandono e ainda não foi concluída e os 60% que foram concluídos passa por problemas estruturais.   


Parte da estrutura da área que não foi concluída, parte dos 34 aparelhos de ar condicionado abandonados foram retirados da parte que não foi concluída pela atual presidência para um auditório que foi reinaugurado recentemente e para outras salas, conforme apontado pelo presidente da instituição Sávio Barbalho, durante o aniversário de 29 anos da Instituição de Ensino Superior (IES).


A falha na construção do prédio foi apontado em um relatório do Tribunal de Contas do Estado do Tocantins (TCE). Dentre eles foi citado rachaduras nos blocos de sala de aula e no piso e má qualidade dos serviços foi atestada pelo TCE em todos os pontos da obra como nas instalações hidráulicas e elétricas.


Ao JTO, Sávio Barbalho apontou que a empreiteira colocou torneiras em plástico no lugar de torneiras de metal sem autorização ou qualquer justificativa, contrariando assim a planilha contratual. “As empresas foram notificadas para que fizessem o ressarcimento aos cofres da instituição, ou apresentassem um plano de trabalho. A justificativa delas é que não há dívida, então não tivemos retorno prático”, explicou Barbalho.


Ele afirmou que irá buscar via judicial o ressarcimento dos valores. “Já gastamos R$ 13 milhões e não concluímos a obra”, ressalta.


As empresas suspeitas de cometer irregularidades construção da obra são a Pré-Moldados de Concreto Gurupi Ltda., Aguiar & Tavares Ltda e a AGD, responsável pela execução da terraplanagem da área.

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