Eleição da Câmara de Gurupi reflete no poder, divisão de grupo e nos interesses de 2020 - Atitude Tocantins
Eleição da Câmara de Gurupi reflete no poder, divisão de grupo e nos interesses de 2020
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Eleição da Câmara de Gurupi reflete no poder, divisão de grupo e nos interesses de 2020

Eleição da Câmara de Gurupi reflete no poder, divisão de grupo e nos interesses de 2020
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Acontecimentos como o rompimento da deputada Josi Nunes (PROS) com o prefeito Laurez (PSDB), disputa da eleição suplementar para governo do Tocantins, reeleição do governador Mauro Carlesse (PHS) chacoalhou a cabeça de muitos vereadores de Gurupi, onde alguns deles parece que saíram do eixo e agora querem criar identidade própria para conseguir ultrapassar a barreira de 2020, mesmo se os fins não justificarem o meio.

por Wesley Silas


Neste período recente de governo do prefeito Laurez Moreira (PSDB) dos últimos 12 meses, a Câmara Municipal nunca viveu tantos conflitos de identidade, principalmente, vindo de vereadores que tinham no próprio prefeito Laurez e na deputada Josi Nunes (PROS) o sentimento de admiração de proteção paternal política devido tê-los como espelho sem muita preocupação de macular suas prerrogativas como legislador.

O primeiro mandato do prefeito Laurez passou, os três vereadores que mais o perturbavam perderam a eleição, entrou 13 novos vereadores e, apenas o Sargente Jenilson (PRTB) foi e continua sendo oposição. Desde então, a eleição da Mesa Diretora tem sido uma mão na roda, elegeram com facilidade Valdônio Rodrigues (PSB) na presidência; mas, agora terminando o primeiro mandato as relações começaram a mudar. Apesar de defender que não pretendia ser reeleito, as circunstancias indicam ele pegou afeição pelo cargo e agora aproveita a divisão entre os grupos de Gomides e Caixeta para tentar ocupar novamente espaço. Para isso precisa unificar parte do grupo apoio com nomes como os vereadores Caixeta, Cesar da Farmácia, Marilis e busca convencer dois ou três dos sete vereadores que estão com Gomides.

“Segundo informações seguras André Caixeta não e mais candidato. Segundo fontes seguras nossas quem entrou na campanha de reeleição do Valdônio foi GT (Gutierres Torquato) e disse vai vencer o grupo que apoia Wendel Gomides”, disse um dos vereadores ao Portal Atitude.

“Existe isso não, estamos firmes e unidos esperando somente o momento. Já inventaram todo tipo de história”, sintetizou Caixeta ao Portal Atitude ao garantir que não irá recuar da eleição à presidência da Câmara.

Neste jogo, seja Valdonio ou Caixeta, é matemático de que eles terão que convencer, pelo menos dois ou três, dos sete vereadores que pactuaram com Gomides para vencer a eleição, dentre eles estão os que se dizem independente como os vereadores Jair Cunha (MDB) e Mírian (MDB), ligados a deputada Josi Nunes (PROS) e Eduardo Fortes (PSDB) ligado ao grupo do empresário Oswaldo Stival, assim como os vereadores Ataídes Leiteiro (PPS), Zezinho Lafiche (PROS) e Ivanilson Marinho (MDB) que rebelaram na última eleição e seguiram os caminhos de suas convicções.

 

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