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Condenação | Paulo Mourão reclama perseguição política e diz com contas foram aprovadas pelo TCE
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Condenação | Paulo Mourão reclama perseguição política e diz com contas foram aprovadas pelo TCE

Condenação | Paulo Mourão reclama perseguição política e diz com contas foram aprovadas pelo TCE
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“O processo judicial, que resultou nesta sentença fora iniciado pelo ex-prefeito Otoniel Andrade e o ex-procurador do município, advogado Marcos Aires, com finalidades políticas; sendo lamentável o posicionamento controvertido do magistrado em relação ao do TCU, que é o órgão que possui conhecimento técnico sobre a matéria”, disse o parlamentar sobre a decisão da justiça que o condenou por improbidade administrativa Paulo Mourão por atos de quando ele foi prefeito de Porto Nacional.

por Wesley Silas


O deputado Paulo Mourão (PT) se manifestou sobre uma decisão da justiça que o condenou por atos quando ele era prefeito de Porto Nacional a devolver aos cofres públicos R$ 377,6 mil por irregularidade em convênio firmado com o Ministério do Turismo em 2008.

“O deputado estadual Paulo Mourão, em razão de matéria publicada, dando conta de condenação por parte da 1ª Vara Cível de Porto Nacional para devolução de R$ 377,6 mil, em relação à convênio com o Ministério do Turismo, quando era prefeito de Porto Nacional, vem a público esclarecer: as contas do Convênio nº 1040/2008, foram devidamente julgadas pelo Tribunal de Contas da União (TCU), órgão competente para julgar, e com habilidade técnica para isto, sendo as mesmas aprovadas pelo Acordão 5399/2016 do TCU; O processo judicial, que resultou nesta sentença fora iniciado pelo ex-prefeito Otoniel Andrade e o ex-procurador do município, advogado Marcos Aires, com finalidades políticas; sendo lamentável o posicionamento controvertido do magistrado em relação ao do TCU, que é o órgão que possui conhecimento técnico sobre a matéria; o  Acórdão 5399/2016 do TCU, porém lamentavelmente foi desprezado pelo magistrado na feitura da sentença”, explica Paulo Mourão.

Conforme o Acórdão, citado por Paulo Moura: “não foram encontradas quaisquer evidências de dano ao erário, de má-gestão dos recursos do Convênio nº 1040/2008 ou de enriquecimento ilícito por parte do ex-prefeito”, diz um trecho da decisão do TCU. O documento finaliza afirmando que as contas foram “julgadas regulares”. “Como pode haver qualquer tipo de condenação quanto a recursos que foram aplicados, sob a legitimidade da lei, com aprovação pelo TCU”, questiona Paulo Mourão.

O deputado irá interpor os devidos recursos, para o esclarecimento da verdade embasado no Acórdão que aprovou suas contas e que é o órgão competente para este julgamento. “Confio plenamente na justiça que essa sentença será reformada na instância superior”, afirmou.

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