As muitas cabeças e os poucos chapéus na divisão dos 30 órgãos federais no Tocantins - Atitude Tocantins
As muitas cabeças e os poucos chapéus na divisão dos 30 órgãos federais no Tocantins
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As muitas cabeças e os poucos chapéus na divisão dos 30 órgãos federais no Tocantins

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Completando quase 70 dias da posse, o governo de Jair Bolsonaro tem mostrado que pretende desemparelhar politicamente os órgão federais usados no governo petista.  Servidores de carreira, político e militares?  No Tocantins são 30 órgão federais que ainda não tiveram os nomes indicados, entre os mais cobiçados estão Fundação Nacional da Saúde (FUNASA) e o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).  

por Wesley Silas


A distribuição dos cargos federais destinados ao Estado do Tocantins ainda é uma incógnita, assim como continua nebulosa a indicação da escolha dos nomes de confiança que irão presidir do PLS no estado e nos municípios que se agravou depois dos laranjas que estão sendo investigados pela Polícia Federal  na sigla de Bolsonaro.

Dentre os cargos que estão sendo minuciosamente analisados pelo governo federal com do perigo de indicação política estão as delegacias e superintendências de órgãos como Anac, Correios, Banco da Amazônia, Banco do Brasil, Infraero, Dnit, Caixa Econômica Federal, Secretaria de Patrimônio da União (SPU), Iphan, Anatel, Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra)  e a Fundação Nacional da Saúde (FUNASA) que no governo da ex-presidente Dilma Roussef todos estes e outros que somam 30 indicação foram indicadas pela bancada federal do Tocantins.

Nos bastidores dos órgãos federais apontam que a intenção do governo federal seria indicação servidores de carreira e evitar ao máximo a distribuição entre parlamentares da bancada que pressionam para indicar pelo menos os representantes dos órgão mais ricos como o Incra que é responsável pela administração da titularidade das terras e sempre foi usado como moeda de troca, principalmente em desapropriação de terras com supervalorização de valores e a Fundação Nacional da Saúde (FUNASA).

“Dizem que estão tentando pressionar o Governo Federal para voltar as indicações para o órgãos mais poderosos, mas tudo indica que deverá fazer as nomeações aos poucos devido muitos deste órgãos estarem aparelhados na intenção de manter da turma da esquerda no poder. Não vai ser uma luta fácil para o governo enfrentar com funcionários, alguns deles viciados e, se pelo menos tirar da mãos de indicação política e colocar militares da reserva poderá melhorar porque o  PT valorizou demais este aparelhamento político nos órgãos públicos”, informou o servidor federal ao Portal Atitude.

Apesar da esperança do servidor público em moralizar as indicações de cargos, há vários interlocutores governistas da Bancada Federal que já dão como certo a indicações de nomes em troca do fortalecimento da base do governo federal no Congresso Nacional no momento de votações importantes como a reforma Previdenciária.

Para os que vestiram a camisa na campanha de Bolsonaro no Tocantins, o temor do Governo Federal é não frustrar os seguidores com indicação de nomes que tenham histórico curricular envolvido em corrupção para não repetir casos recentes que aconteceram no Tocantins como os investigados na Operação Rota da Polícia Federal Operação Nudae, que envolveu deputado estadual Zé Roberto Lula (PT) e o ex-superintendente do Incra e ex-deputado estadual, Carlos Alberto da Costa (PSDB), conhecido como Carlão da Saneatins.

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