Apug-Ssind contesta CI que prevê retenção de pagamento de professores da Unirg - Atitude Tocantins
Apug-Ssind contesta CI que prevê retenção de pagamento de professores da Unirg
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Apug-Ssind contesta CI que prevê retenção de pagamento de professores da Unirg

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Em resposta à Comunicação Interna nº 100, de 7 de dezembro de 2015, emitida pela presidência da Fundação Unirg, a seção sindical Apug-Ssind se manifestou na tarde desta quinta-feira (10), protocolando uma Carta Aberta na Fundação Unirg e publicando nos meios de comunicação, no site e facebook da Apug-Ssind, além de enviar para todos os emails dos professores cadastrados, repudiando a ação arbitrária, abusiva, assediosa e improba do presidente, ao afirmar que irá reter pagamento de professores, que não lançarem notas relativas à P-2, em data determinada por ele.

Confira AQUI a Carta Aberta

“O que foi feito, muito me estranha, porque o presidente da Fundação é advogado, professor de Direito da própria instituição e ao invés de buscar os caminhos próprios, se coloca na condição de juiz e contraria o estatuto, as leis existentes e publica uma comunicação muito além do seu poder", disse o presidente da Apug-Ssind .
“O que foi feito, muito me estranha, porque o presidente da Fundação é advogado, professor de Direito da própria instituição e ao invés de buscar os caminhos próprios, se coloca na condição de juiz e contraria o estatuto, as leis existentes e publica uma comunicação muito além do seu poder”, disse o presidente da Apug-Ssind .

“O que foi feito, muito me estranha, porque o presidente da Fundação é advogado, professor de Direito da própria instituição e ao invés de buscar os caminhos próprios, se coloca na condição de juiz e contraria o estatuto, as leis existentes e publica uma comunicação muito além do seu poder. Não tem nada no ordenamento jurídico brasileiro que determine retenção de salário, independentemente de qualquer punição sofrida, salvo quando determinado pela Justiça”, afirmou o presidente da Apug-Ssind, professor Gilberto Correia da Silva.

A medida adotada, que, segundo a seção sindical, fere os princípios de razoabilidade, proporcionalidade e a finalidade da Administração, que é o interesse público primário, foi respondida juridicamente e segundo o presidente, quem cobra precisa dar condições e infraestrutura adequada. “Abusou do direito, sem cobrar sistema que vive dando problemas. Muitos professores estão sem conseguir acessar a plataforma IOW, prejudicando o lançamento de notas e consequentemente deixando os professores intranquilos”, ressaltou.

O presidente da Apug-Ssind explica ainda que para punir possíveis professores que deixaram ou deixam de cumprir suas obrigações existem mecanismos que podem ser acionados via coordenação dos cursos e reitoria. “Nunca na história desse país e da instituição, me deparei com interferência tamanha da Fundação nas prerrogativas do Centro Acadêmico. Espero que o presidente reveja a medida e entenda que não é dessa forma que vai construir uma relação profissional, de qualidade e com justiça entre os docentes”, finalizou o professor Gilberto Correia. (Fonte: Ascom/Apug-Ssind)

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