Antecipar as eleições de 2020 poderá, mais uma vez, eliminar candidato e prejudicar a região sul - Atitude Tocantins
Antecipar as eleições de 2020 poderá, mais uma vez, eliminar candidato e prejudicar a região sul
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Antecipar as eleições de 2020 poderá, mais uma vez, eliminar candidato e prejudicar a região sul

Antecipar as eleições de 2020 poderá, mais uma vez, eliminar candidato e prejudicar a região sul
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A “festa da eleição” estadual acabou! Não adiante mais reclamar se o eleitor foi injusto ou se o político não mereceu ser eleito, mesmo alguns deles ter destinado para Gurupi R$ 17 milhões, como foi o caso da deputada federal Josi Nunes (PROS), ou terem sidos os melhores votados em Gurupi como foram os casos do candidato a federal Eduardo Fortes (PSDB) e dos estaduais Gleydson Nato (PHS) e Gutierres Torquato (PSDB), estes últimos dois chegaram a superar alguns eleitos. Agora, enquanto não chega o período eleitoral de 2020, o momento deveria ser trégua, de fazer acontecer os projetos regionais, de realizar as promessas eleitoreira de décadas que deixaram os eleitores incrédulos.

por Wesley Silas/Opinião


As eleições deste ano estão servindo para muitas reflexões de dá nó na cabeça em muita gente que pensava entender de política, das vertentes marqueteiras e, até mesmo, o eleitor mais leigo que ainda não conseguiu entender fenômenos como a vitória do novato governador Mauro Carlesse (PHS), derrota de Carlos Amastha (PSB) e ao mesmo tempo o crescimento político do empresário Oswaldo Stival (PSDB)  e dos resultados negativos das urnas colhidos pela senadora Kátia Abreu (PDT) na eleição suplementar; mas, em outubro festejou a vitória de seu filho, Irajá Abreu (PSD) como o senador mais jovem do Tocantins, deixando de fora do processo eleitoral o experiente e mais cotado nas pesquisas, Vicentinho Alves (PR). Enquanto, Eduardo Gomes (SD) foi eleito com esforços próprios e com grande ajuda da história do velho Siqueira Campos e mesmo enfermo se tornou primeiro suplente de senador.

Região Sul e a antecipação das eleições de 2020

Após choros e alegrias, os apaixonados continuam livres para expressarem suas opiniões de retrovisores, enquanto muitos deles continuam a cultivar a discórdia, seja na alegria da vitória ou no soluço contido no choro do leite derramado por saber que jamais voltará a corrigir o passado daquilo que muitos deixaram de fazer. Neste momento, a palavra de ordem é a reconstrução ética, moral, política e de resultados daquilo o eleitor necessita nas áreas sociais como saúde e segurança ou econômicas como geração de empregos e equilíbrio fiscal.

Depois de muitas especulações destes últimos dias e horas, jornalistas buscavam pautas e populares continuam sendo doutores dos seus próprios conceitos nas redes sociais, enquanto outros poucos buscam o equilíbrio em expor suas opiniões, como aconteceu na fala do empresário Adailton Fonseca  na tarde desta terça-feira, 16, quando ele defendeu uma trégua, pelo menos, até que comece o próximo jogo eleitoral.

“Acabamos de sair de um processo eleitoral, agora é hora de trabalhar e deixar a política eleitoral de lado, entendo que qualquer especulação em torno das eleições municipais neste momento, seria um grande erro, que acarretaria em uma natural divisão de forças, desnecessária e extremamente prejudicial  para todo o Estado”

Aos que querem ficar ou tomar o poder, o momento pede cautela e seria irresponsável antecipar o processo eleitoral municipal de 2020, antes de começarem a cumprir as promessas perdidas que tiraram as esperanças e oportunidades do povo desta região ao longo de décadas, exaustivamente com discursos alimentados de dois em dois anos…

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